Antes de mais nada, feliz ano novo!

 

O que NÃO muda no marketing em 2020

É comum às agências e pessoas ligadas à comunicação iniciarem o ano buscando ou produzindo conteúdo sobre as tendências do marketing para os próximos meses. Nada contra a prática, de fato precisamos caminhar antenados a todas as novidades, o tempo todo, nesse mundo hiperconectado!

 

Dia 04/01 estive no evento promovido pelo Flávio Augusto – Power House (Flávio, se você não conhece, é o fundador da Wise UP/grupo Wiser, geração de valor, dono do Orlando City, construtor de estádio, guitarrista profissional – O CARA). Grandes nomes como Ícaro de Carvalho, Renata Vichi, Carlos Wizard, Rick Chester, Rony Meisler, Gustavo Caetano, entre outros gigantes, estiveram por lá.

 

Muita informação bacana foi transmitida. Aulas valiosíssimas como a de Equity e IPO do Flávio e o discurso motivador do Ícaro seguido por um resumo fantástico de Marketing Digital.

 

Há algumas tendências muito claras rolando. Vou citar algumas delas, mas o que realmente tem consumido meus pensamentos ultimamente é o extremo oposto dessa onda: O que NÃO muda no Marketing?

 

Enquanto tendências, vemos claramente um aumento no investimento em mídia digital (que podemos de forma grosseira resumir em Google e Facebook) – ou seja, compra de tráfego ou espaço como anúncios de Google Search e Display e campanhas no Facebook e Instagram. Para se ter uma ideia, segundo a PWC e a pesquisa Global de Entretenimento e Mídia Brasil, a publicidade digital no Brasil cresceu 24% em 2018 comparado com o ano anterior – somente em 2018 foram investidos no Brasil mais de 16 bilhões de reais em mídia digital. É previsto que, em 2023, mais de 50% dos orçamentos em publicidade sejam alocados para o ambiente online. Enquanto mercados mais maduros passam a desacelerar, o Brasil ainda tem espaço para crescer.

 

Há ainda que se comentar a forte tendência à humanização/pessoalização dos negócios nas redes sociais. Papai Kotler já cantava essa bola quando lançou o conceito que desconstruiu o B2B e o B2C e mostrou o marketing centrado no ser humano (H2H – e ele falou disso em 2010 hein!!). Não importa se seu negócio vende para empresas, você negocia e cria conexões com pessoas dentro dessas empresas. Além disso, empresas não possuem autoridade, quem possui autoridade são as pessoas! E nessa sacada de quebra de paradigmas do branding e do marketing, alguns profissionais deram a cara a tapa e ocuparam espaço em redes como o Instagram, que atingiu uma grande maturidade de negócio e movimenta hoje milhões de reais em lançamentos e vendas de produtores de conteúdo.

 

Algumas tendências de formato também são claras a todos que observam com olhar crítico os movimentos e comportamentos digitais. Os Stories dominaram nosso mundo e os podcasts são fortíssimos candidatos a entrarem em seu planejamento de conteúdo para 2020!

 

Agora, vamos lá…. o que não muda?

 

Não mudam algumas premissas clássicas. Óbvias até. Mas que por algum motivo não são executadas por muita gente.

 

Primeiro – marketing bem feito se constrói com tempo, testes, muito trabalho de bastidores e um planejamento inteligente. Não adianta consumir todos os conteúdos da moda e ficar pulando de formato em formato em sprints loucos que você não vai ter resultado consistente.

 

Segundo (anota aí!) – Aquisição de tráfego bem feita + posicionamento bem feito + conteúdo (design/copy) bem feitos + produto bom e CTA matador continuarão sendo imbatíveis. Não importa a rede social do momento, o formato do momento, nem o que o guru do momento falou. O básico bem feito dá resultado 😉

 

É isso… seguimos trabalhando pela prosperidade de nossos clientes e evoluindo como profissionais de marketing e comunicação dia após dia! Somos gratos a todos que confiaram em nosso trabalho nesses 4 anos de agência e que projetos incríveis (continuem) e comecem em 2020!